A HERÓICA vitória da MÁQUINA DE PEDALAR Philippe Gilbeeeeert!!!!

A Honra dos Wallons está resgatada!

Estou sem palavras…estou emocionado…que lindo…que espetáculo…que lindo é o ciclismo…prova épica…

Vocês sabem que sou “meio” belga e que venho torcendo muito para o Gilbert, porque admiro o talento e, principalmente, o estilo atacante dele. Já perdeu muita corrida por ser tão agressivo e, às vezes, precipitado. Já foi muito criticado por isso e hoje correu um risco enorme, pois se perdesse seria acusado de haver se desgastado em provas menores.

Mas atingiu a maturidade. Física e mental. Na situação em que se encotrava não adiantava estar forte (ok, isto ajuda e muito), mas precisa ter senso tático e cabeça muito fria. E ele teve tudo isso!!

Meus caros, quem em sã consciência foge com os irmãos Schleck e tem a coragem, a bravura de revezar em duas subidas como Roche-aux-faucons e Saint-Nicolas?!?! Qualquer um ficaria na roda, protegido, tentando neutralizar os ataques. Não Gilbert! Foi para a ponta e forçou o rítmo a ponto de também desencorajar os ataques dos Leopards.

Mais, ao atacar em Saint-Nicolas espanou Andy – que foi um bravo ao se recuperar e ir para a ponta, trabalhar pelo irmão Frank -, e os destruiu mentalmente, pois ignorou Frank na sua roda, puxando até ser alcançado por Andy, já dentro de Ans!

Os comentaristas da Sporza – cada dia eu melhoro o meu ‘vlaams’ ou ‘flemish’ ou flamengo em bom português. O locutor flamengo dizia: “Como Gilbert é inteligente, como está lúcido!”

Eu havia escrito ontem que o final em Ans não era fácil. Notaram? E quando fizeram a última curva – que emoção, foi alí que eu estava 19 anos atrás – Gilbert arrancou sem tomar conhecimento de Frank que estava na sua roda já há 3 quilometros. Detalhe: e os Leopards passaram em branco na Primavera dos Clássicos (Riis vai beber uma champagne extra para comemorar este fato, especialmente porque a sua Saxo Bank-Sungard venceu o Ronde van Vlaanderen).

Seus concorrentes diretos – os espanhóis, principalmente, mas também Vino, Cunego, Gesink, etc. – não tiveram pernas mesmo. Quanto as agressões começaram em Roche-aux-facons todos ficaram sem reação e depois ainda foram surpreendidos pelo grupo de jovens que escapou no final. Aliás, gostei muito do Nibali! Para quem está em fase de ‘polimento’ para o Giro o jovem campeão está muito forte…só espero que não atinja o pico antes da hora! E o Leukemans….foi Top 10 a primavera toda.

Cavalheirismo e emoção – Gilbert foi um craque aqui também. Em francês ele congratulou os irmãos do Luxemburgo por assumirem o trabalho na fuga (caramba, mas ele puxou um bocado também!), dizendo que são dois grandes campeões. E Andy, mais tarde, também em francês, retribuiu dizendo: “No momento é o ciclista mais forte e eu tentei ajudar Frank, mas Gilbert era imbatível”.

Eu também adorei ver o Gilbert apertando e beijando o seu filhinho bêbe  (que é gigante, por sinal! rsrs). Eu tenho três filhos e me emociono muito com estas cenas…demais!

A prova – acho que nunca houve na história da LBL uma escalada de La Redoute tão sem graça. Talvez por conta da fuga de 7 ciclistas e da “espera” para ver o que Gilbert faria, os Leopards foram para a ponta, mantiveram um rítmo para reduzir a diferença para os fugitivos e nada aconteceu….pior, na descida de La Redoute havia um pelotão de – quanto? – uns 50? Eu dizia – e reclamava – para mim mesmo: “O que é isso, Paris-Tours? O Freire vai ganhar no sprint?”…

Mas as duas últimas ‘côtes’ se encarregaram de fazer o estrago final. O pobre do Greg Avermaet, da BMC, ficou de roda sem puxar e eu achei que ele  estava dando uma de esperto, mas o cara estava sem pernas mesmo. 

A Classificação:

1 Philippe Gilbert (Bel) Omega Pharma-Lotto 6:13:18  
2 Fränk Schleck (Lux) Leopard Trek    
3 Andy Schleck (Lux) Leopard Trek    
4 Roman Kreuziger (Cze) Pro Team Astana 0:00:24  
5 Rigoberto Uran Uran (Col) Sky Procycling    
6 Chris Anker Sörensen (Den) Saxo Bank Sungard    
7 Greg Van Avermaet (Bel) BMC Racing Team 0:00:27  
8 Vincenzo Nibali (Ita) Liquigas-Cannondale 0:00:29  
9 Björn Leukemans (Bel) Vacansoleil-DCM Pro Cycling Team 0:00:39  
10 Samuel Sanchez Gonzalez (Spa) Euskaltel-Euskadi    
11 Alexandr Kolobnev (Rus) Katusha Team 0:00:43  
12 Simon Gerrans (Aus) Sky Procycling    
13 Paul Martens (Ger) Rabobank Cycling Team    
14 Igor Anton Hernandez (Spa) Euskaltel-Euskadi    
15 Oscar Freire Gomez (Spa) Rabobank Cycling Team    
16 Damiano Cunego (Ita) Lampre – ISD    
17 Jelle Vanendert (Bel) Omega Pharma-Lotto 0:00:47  
18 Tejay Van Garderen (USA) HTC-Highroad 0:00:53  
19 Kristof Vandewalle (Bel) Quickstep Cycling Team 0:00:57  
20 Jérôme Pineau (Fra) Quickstep Cycling Team 0:00:58  

 Ok, já deu para notar que estou tomado pela emoção, mas eu ouso dizer que Philippe Gilbert correu “a la Merckx”. O grande Eddy era líder solitário de suas equipes (Faema e Molteni) e normalmente chegava ao final das provas cercado de ciclistas da Flandria, que costumava ter vários co-líderes. E o Grande Merckx, usualmente, se desembaraçava deles todos. Hoje o Grande Wallon fez o mesmo com os fortes Leopards!

Agora é almoço de Páscoa! Feliz Páscoa a todos os amigos do blog e para suas famílias e amigos também!

Au revoir!! Fernando

About Fernando Blanco

Apaixonado por ciclismo há mais de 30 anos, começou a pedalar em 1977 em Santos, tendo corrido para valer até os 20 anos de idade, quando coisas 'banais' como faculdade, carreira executiva, casamentos e filhos atrapalharam um pouco...agora, como Senior B, está treinando forte e pretende compensar o tempo perdido. Como ciclista foi um bom sprinter, chegando à pré-convocação da Seleção Brasileiros de Juniores em 1979. Se a carreira como ciclista não foi grande coisa, a coleção de revistas locais e internacionais (mais de 1.000) e de videos/DVDs (mais de 100) proveram bastante cultura sobre o ciclismo profissional. Provas internacionais acompanhadas ao vivo: Mundial de Estrada ('07), Mundial de Pista ('89), Tour de France ('97 e '02), Liège-Bastogne-Liège e Flèche Wallone (ambas em '92), Paris-Nice ('97), Ronde van Belgie (´89).
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21 Responses to A HERÓICA vitória da MÁQUINA DE PEDALAR Philippe Gilbeeeeert!!!!

  1. David_biker says:

    Excelente postagem Blanco!
    Aprendi muito do ciclismo Belga lendo seu blog e durante o espetáculo do Gilbert hoje lembrei de você. Ando jogando o game Pro Cycling Manager 2009 no modo carreira e minha equipe é a Silence-Lotto e um dos ciclistas que mais eleva a equipe é o Gilbert.
    Será que ele vai liderar o ranking Pro Tour e vestir aquela camisa?

    • Muitíssimo obrigado pelas suas palavras, David! Você atentou para um ponto importante: eu li que ele já estava liderando o WorldTour Ranking antes da LBL e, em tese, deveria usar a camisa de líder. Será preferiu não usar e pagar a multa? Vamos descobrir. Abração!

  2. Gustavo says:

    Incrível foi a facilidade com que o Philippe Gilbert deixou os irmãos para trás no sprint final. Fizeram a curva, ele pega uma brecha, acelera, e adeus Leopardos…

    • Então, Gustavo, o Gilbert é normalmente muito mais rápido que os dois irmãos e aquela retinha de Ans não deveria ser um problema para ele. A minha surpresa foi ele aguentar os irmãos atacando nas côtes, um após o outro…abração! Fernando

  3. Rogério Yokoyama-Palmas/TO says:

    Imaginem se , além de subir forte, ele começa a rodar não digo igual, mas parecido com o Cancellara….

  4. Erico says:

    Grande Blanco.

    Gostei muito do seu site. Também sou fanatico pelo ciclismo belga! Hoje quase tenho um ataque cardiaco assistindo essa prova!!! Ainda nao acredito que o Grande Wallon conseguiu essas 4 vitorias seguidas! Unico até agora.

    • Oi Erico, mil desculpas por não ter liberado o teu comentário. É que este WordPress pede que eu aprove o primeiro comentário e só agora eu vi o seu…obrigado pelo apoio + abraços! F.

  5. José Carlos SBC/SP says:

    Fernando, como vc comentou, o impressionante não foi acompanhar o ritmo dos Leopardos, e sim, tambem ditar o ritmo e ainda levar o Frank na roda. O cara controlou os dois como se fossem dois estreantes. Atacou com propriedade e venceu esbanjando superioridade.
    A diferença entre ele e o Cancellara nesses dois meses, foi que ele usou com perfeição a força quando a mente mandou, sem se precipitar.
    O Gilbert foi perfeito.

  6. henrique says:

    Grande corrida! Tenho um comentário chato mas talvez construtivo sobre o blog:
    colocar spoiler no título do post é osso! eu tava querendo só ver as últimas atualizações antes de assistir a corrida e a primeira coisa que vejo é o vencedor…
    Mesmo sem ninguém pedir darei uma sugestão. Que tal em resultados de corridas colocar, por exemplo, “Liege-Bastogne-Liege – Resultados” como título? É só uma sugestão, não vou deixar de acessar o blog de jeito nenhum.
    Voltando ao ciclismo tenho uma dúvida. Que camisa de líder do ranking é essa que está no primeiro comment? eu nunca vi antes.
    Abraço

    • Oi Henrique….essa foi engraçada! Sério! É questão de estilo e eu sigo uma linha jornalística – se você repara, os jornais e até sites jornalísticos trazem título/manchete que acabam com qualquer surpresa….e após já saber o resultado o negócio é ler e entender como, por que, destaques e curiosidades em geral.
      A tal camisa foi notícia quando o Thomas Voeckler lidereu e não usou…de lá para cá não ouvi/li mais sobre o assunto, mas o Gilbert já largou na LBL como líder e não a usou.

  7. Ale Torres says:

    Apesar de não diminuir em nada a grande vitória do Gilbert, a postura ridícula dos irmãos Schleck (antes, durante e depois da prova) e de boa parte do pelotão (durante) tb não ajudam na construção do mito desse belga talentosíssimo nessa L-B-L. Se vc assistiu o ciclismo dos anos 80, certamente deve sentir saudades (como eu sinto) do tempo em que os ciclistas profissionais eram CORREDORES e não apenas dóceis empregados de corporações.

    Como eles declararam depois, eles ficaram satisfeitos pois “fizeram seu trabalho”. Uma lástima. Isso é declaração de gregário, não de líder de equipe com aspirações tão altas como a Leopard. Como eles esperam inspirar seus colegas de equipe e dar o sangue e o suor num TdF com esse tipo de postura? Eles “tentaram de tudo” e por fim se renderam à “força absurda do Gilbert”?? De duas, uma: ou eles são uma farsa, ou o Gilbert está até os olhos de “pot belge”. Mesmo estando escaldado pelos inúmeros casos de doping dos últimos anos, eu sou otimista e prefiro acreditar que o Andy Schleck não tem a “casca dura” de um legítimo líder de equipe, até pq realmente nunca achei que ele tivesse mesmo….

    Os Schleck são aclamados como alguns dos mais talentosos ciclistas dessa geração. Tiveram uma equipe construída em torno desse “talento”, ganham uma fábula e mesmo assim, não conseguem fazer o Gilbert ficar anaeróbico com aqueles ataques patéticos e táticas absurdas. Eles entregaram os pontos bem antes do final, o resto foi teatro pra patrocinador. Gilbert só teve que passar a régua. Com todos os méritos, com sua força e classe – mas não foi uma disputa honesta, em vários sentidos da palavra.

    Veja em, não estou nem dizendo que eles deveriam bater o Gilbert. Vencer não é obrigação, mas ficar cego e cuspir sangue tentanto, é. Ou deveria ser, afinal dois dos “melhores ciclistas GT da atualidade” não conseguiram sequer cansar o novo rei das clássicas. Vc (como eu) é admirador do Vlaeminck e de tantos outros que tinham essa postura, essa garra que falta a boa parte do pelotão hoje em dia. Maertens, Van Looy, Kelly, Hinault, pra não citar o próprio Merckx… a gente via eles indo muito além do limite nessas horas, e não precisava de um diretor gritando na orelha pros caras quase literalmente matarem (ou morrerem tentando) vencer qualquer prova que disputassem. “Eye of the tiger” ganhou um novo significado nesses leopardos.

    Bom, na prova que eu vi os Schlecks não saíram muito (se é que saíram) da zona de conforto pra tirar o Gilbert da sua. Parece que “ataque” hoje em dia tem um significado diferente. Não sei se é culpa dos “objetivos” e da “especialização” (ou das drogas) de hoje em dia, onde os caras usam as provas mais como treino do que pra disputar e vencer. Mas o fato é que (infelizmente) por falta de estofo dos Schleck e de boa parte do pelote, e tb por essa especialização toda, provas como as clássicas acabaram sendo diminuídas em vários sentidos. O grande Fignon colocou isso de forma magistral em sua autobiografia, e eu sou obrigado a concordar com ele.

    Não estou sendo nem gosto de ser nostálgico, acho um saco. Mas é impossível não sentir falta dos arranca-rabos proporcionados por tantos ciclistas “cascudos” das décadas de 70 e 80, frente a esse tricô de comadres que rola ultimamente e que rolou nessa L-B-L. Ainda assim, e pra concluir, fico satisfeito que alguém do calibre do Gilbert tenha vencido. Ele mereceu, engrandeceu a prova e subiu pra outro nível. Só acho que merecia tb ter tido adversários à altura do seu caráter e força, ao invés de dois leopardos amestrados e dóceis.

    Minha opinião… e parabéns pelo blog!😉

    • Muito obrigado pela sua profunda análise e opiniões, Ale. Concordamos em tudo, eu acho. Só não entendi quando você diz que a prova não teria sido honesta. Eu acho que foi totalmente dentro das condições de cada um: um Gilbert fortíssimo e com um caráter sem igual x irmãos Schlecks limitados e sem moral para atacar o Wallon.

      Um ponto crucial que você levanta também foi batido e debatido por ninguém menos que Mario Cipollini: ele também acha que os campeões de hoje não têm a raça, a vontade de vencer e a indignação com a derrota que os antigos tinham. Il Re Leone esculhambou o seu compatriota Pipo Pozzato por ter perdido o Mundial do ano passado e, ao invés de socar o guidão de raiva, foi logo cumprimentar seu algoz norueguês, o Thos Hushvod. Abs!

  8. Tiago Cardoso says:

    Lider do Ranking é dos pontos do Ranking da UCI . Surpreendeu-me o Gilbert muito inteligente…

  9. Juca says:

    O Ale escreveu um coment sensacional! gostei da citação do tricô de comadres… e deve ser isso que está acontecendo mesmo, na Ronde, cancellara puxou puxou e deu um “esperto” ganhando, na P-R mesma coisa, ganhou um “zé” (méritos pra ele, ganhar P-R não é pra qq um!) e cadê os guerreiros dos pavés? não tinham, apenas comadres…
    Na Amstel se Gilbert não ganhasse era zebra, na Fleche, Gilbert era o cara a ser batido… na LBL era certa sua vitória e ninguém fez frente, pior levaram a rapousa pra dentro do galinheiro… conforme o Fernando já citou, há uma queda no nível dos ciclistas de clássicas, e Cancellara e Boonen nos pavés e Gilbert nas Ardennas se destacam e não tem concorrentes, aliás o segundo grupo é patético, ninguém tem gana para vencer! aliás gana é uma coisa que o Andy demonstrou não ter, vide o TdF do ano passado no episódio da corrente! Se fosse um ciclista com culhões, iria levantar e socar o reio, sabe por que não fez isso? Por quê não aguentava, se não aguntava é por que estava abaixo do Contador (este tem um pouco d egana e mesmo ruim das pernas ganhou o Tour 2010!) …Armstrong, querendo ou não tinha essa gana de ganhar, lembram do episódio da sacolinha e do pedal escapando e dando com o saco no top tube? Então domingo os Leopardos demonstram que não tem confiança no taco! Um grande ciclista tem grandes adversários, e não vou tirar o m´perito do Gilbert, mas a verdade é que ultimamente as clássicas estão lindas como sempre, mas não há os combates de anos atrás!

    • Juca, também concordo com os teus pontos. O Andy provou que não tem a “grinta”, que tanto prezam os italianos: no Tour ficou de beijinhos e abraços com o Contador e domingo foi, como dizem os ingleses, “lamb to the slaughter” (ovelha para matadouro). Os irmãos preferiram garantir um 2o e 3o do que lutar pela vitória e arriscar serem pegos pelo pelotão (eventualmente).

      Quanto ao Lance, este tinha uma “grinta” das antigas: o caso que você comenta, Tour 2003, estava perdido com um Ullrich fortíssimo e o tombo citado. Mas o texano encostou no grupo em fuga (com o devido ‘fair play’ do alemão e demais fugidos), atacou e foi-se. No dia seguinte, um CRI debaixo de chuva, trucidou Ullrich. Genial. O seu melhor Tour, na minha opinião. Abs!

  10. Eduardo says:

    “Philippe Gilbert’s baby has had more classics podium appearances this past week than 98% of pro riders get their entire career” – site steephill

  11. José Carlos SBC/SP says:

    Aêh Fernando, o blog está atingindo a maioridade bem antes que eu imaginava, excelentes posts e coments melhores ainda.
    Parabens!

  12. Juca says:

    Bom naquele dia que o Lance caiu eu não sei se teve fair play não , pois os caras continuam socando a bota pra cima…podem ver Ullrich continua no seu ritmo e só depois da umas olhadinha para trás, mas continua no seu ritmo com a vantegem em cima de Basso, Moreau, Zubeldia, Vino e Hamilton…

    • Então, Juca, assim como no caso da corrente do Andy é questão de interpretação. Agora, nós sabemos a diferença entre sabugar quando um adversário ficou para trás. O espanhol socou o pau ano passado, mas o alemão ficou mantendo um passo não muito convicto. Acho que o Ullrich jogou com fair-play. Não precisava sentar na guia, comer um croissant e beber uma Orangina, para esperar o texano encostar, né?! rsrsrsss

  13. José Carlos SBC/SP says:

    O Texano encostou, tomou uma Orangina, agradeceu o fair-play e desapareceu.
    Aposto que quando o Ullrich viu a socada de bota do Contador no Andy, ele deve ter pensado:
    “Se eu tivesse feito o mesmo, poderia ter levado o Tour daquele ano, e hoje, ninguem se lembradia do fato, que m…….”

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